BenchmarkIndex
Introdução
O Projecto BenchmarkIndex foi liderado pelo DTI – Department of Trade Industry, do Reino Unido, e pretendia, através da utilização da ferramenta benchmarking e da gestão de boas práticas, melhorar a competitividade das PME, alargando, assim, a outros países da Comunidade Europeia a utilização da metodologia do “UKBI – United Kingdom BenchmarkIndex”, devidamente adaptada às especificidades de cada estado participante.
Portugal, através do IAPMEI, integrou a iniciativa BENCHMARKINDEX, um dos cinco projectos transnacionais que constituiram o programa comunitário REACTE. A sua integração, nesta iniciativa, revestia-se de um interesse particular e relevante, uma vez que permitiu consolidar e potenciar o trabalho desenvolvido, no âmbito do Projecto de Apoio à Inovação Tecnológica das PME – Benchmarking, e garantir a inserção de projectos nacionais num contexto internacional.
Actividades / Objectivos Esperados / Desenvolvimento
O Projecto BenchmarkIndex – Um Estudo Europeu, pretendia construir uma “Rede Europeia de Benchmarking, através da criação de Centros de Benchmarking pelos nove estados membros participantes. A iniciativa envolveu mais de mil e quinhentas empresas europeias.
Cada país participante designou dois formadores nacionais em
Benchmarking, responsáveis pela difusão da metodologia junto de
potenciais CNB – Consultores Nacionais em Benchmarking. Estas entidades
desenvolveram a interface entre o projecto e as PME, sendo dotadas, não
só de formação na metodologia, mas também de um código de acesso à base
de dados “Benchmarkindex”, por forma a acederem, interpretarem e
compararem os dados das empresas, e com base nessa avaliação, poderem
recomendar um plano de acção de melhoria.
Vigente até
Dezembro de 2001, este projecto previa a realização, por cada CNB, de
dois exercícios de Benchmarking a dez empresas industriais, para
avaliar áreas como a Gestão e a Produção utilizando indicadores
genéricos, financeiros e modelo de excelência.
A articulação de toda a Rede Europeia de Benchmarking foi dinamizada e assegurada através de uma plataforma de comunicação, via Internet, utilizando uma estrutura comum que garantisse a compatibilidade e conexão entre todos os parceiros. Esta rede foi alimentada pelos CNB, possibilitando não só o estabelecimento de comparações internacionais, bem como, o acesso a fóruns de discussão transnacionais.
As linhas de actuação do programa passaram também pela realização de Acções Piloto, que pretendiam favorecer o reforço de estratégias inovadoras geradoras de casos de sucesso, e ainda pela divulgação de resultados com vista a potenciar efeitos multiplicadores pela via da demonstração.






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